Ícone do forró malícia, Sandro Becker critica nova geração: ‘Nem se ouve sanfona’

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Sandro Becker tem mais de 30 anos de carreira e 36 discos, o último deles “É Forró Que Não Acaba Mais”, lançado em abril deste ano. Nascido em Alagoas, em uma família evangélica, o ícone do forró malícia revela ter uma forte ligação com a Bahia, onde tem uma casa em Jauá, além de ter recebido o título de cidadão baiano. Sua trajetória começou nos anos 1970, no rádio,, onde conheceu grandes nomes da música. O maior deles é Luiz Gonzaga, que virou seu amigo e batizou seu filho mais velho. Em entrevista ao Bahia Notícias, o criador de “Selma”, “Julieta”, “O Gato Tico (Tico Mia)” e “Briga no Casamento (Não Fure Quinho Não / No Furiquinho Não)”, hits do forró malícia, falou sobre sua trajetória longínqua e a importância da Bahia na sua carreira, contou curiosidades de sua relação com o compadre e Rei do Baião, destacou a importância de manter as tradições juninas, além de suas considerações sobre o “forró plastificado” e dos limites entre a picardia e a apelação na música. “A história do forró foi feita por nós. Eu gosto muito da rapaziada, dos músicos. Mas Calcinha Preta, Aviões do Forró, Wesley Safadão, isso não é forro, você não ouve nem sanfona. Forró tem que ter a essência da sanfona, zabumba e triângulo”, declarou

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